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Mãos do Brasil chega a R$ 1,95 milhão em vendas em sua primeira edição

Durante os nove dias de evento, o Salão alcançou bom faturamento e possibilitou a interação entre artesãos de todo o País

por Luciene Cruz publicado: 23/12/2014 17h09 última modificação: 29/12/2014 11h39
Crédito da foto: ASCOM/SMPE.

Crédito da foto: ASCOM/SMPE.

Brasília, 23/12/14 – A primeira edição do “Mãos do Brasil Salão de Artesanato” ultrapassou R$ 1,95 milhão em vendas em nove dias de exposição, segundo dados dos coordenadores estaduais do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB). A diversidade de produtos atraiu diferentes tipos de público durante o período do evento no Pavilhão Anhembi, o que evidencia a popularização desse tipo de produto e a boa aceitação do Salão de Artesanato que deve se tornar um evento fixo no calendário paulista.

O stand de Minas Gerais liderou as vendas com R$ 163 mil de faturamento. Para o coordenador do estado Thiago Tomaz Chaveiro, grande parte do público que prestigiou o evento fez questão de voltar com uma peça para casa. "Temos peças reconhecidas mundialmente como a cerâmica do Vale do Jequitinhonha, que está entre as mais vendidas", observou. O sucesso nas vendas, fez com que o estado se interessasse em participar da próxima edição. “Queremos voltar”, completou. 

Na segunda posição de maior faturamento aparece o estado do Amazonas, que comercializou R$ 140 mil durante o período do evento. A artesã de Manaus, Paloma Silva, de 18 anos, fez sua estreia em feiras fora do estado e aprovou a infraestrutura e as vendas. “Essa é uma oportunidade única de vender nossos produtos em outros lugares. Agora quero participar de todas as feiras que eu puder e mostrar meu trabalho”, disse.

Na sequência aparecem Sergipe e Piauí, que venderam R$ 125 mil e 110 mil, respectivamente. Ao todo, a feira de artesanato reuniu cerca de 500 artesãos de 23 estados brasileiros e do Distrito Federal. O evento teve como objetivo a comercialização de artesanato brasileiro. 

Para a coordenadora do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Ana Beatriz Ellery, a primeira edição do Mãos do Brasil cumpriu seu objetivo. “Demos ao artesão a oportunidade de escoamento do seu produto, visto que ele produz e tem pouco espaço para comercialização”, comentou.

Além disso, Ellery enfatizou que o evento abre espaço para que os artesãos aumentem as oportunidades de negócios. “Fora o espaço da comercialização, a feira é um espaço de novos negócios porque ele tem o contato direto com o consumidor e com o lojista, aumentando as chances de venda”, finalizou.

Por Luciene Cruz.