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Ministro determina ações para incentivar exportação do artesanato brasileiro

Artesãos serão capacitados para exportarem seus produtos por meio do PNCE. Medida tem o objetivo de diversificar pauta de exportações brasileiras e abrir mercado para os artesãos
Artesãos serão capacitados para exportarem seus produtos por meio do PNCE. Medida tem o objetivo de diversificar pauta de exportações brasileiras e abrir mercado para os artesãos

Brasília (9 de abril) - Artesãos de todo o país serão qualificados para serem incluídos no comércio exterior. O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, determinou a criação de um calendário de ações para que os artesãos sejam capacitados para exportarem seus produtos por meio do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE). “Vamos qualificar o artesão para que ele possa melhorar seus produtos, inovar e, assim,  ampliar a participação do artesanato em nossa pauta de exportações”, afirmou.

Segundo o ministro, este trabalho será desenvolvido em conjunto com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa (Sempe) – que coordena o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). “A Sempe vai atuar de forma integrada com a Secretaria de Comércio Exterior para estimular as exportações dos produtos artesanais”, explicou Marcos Jorge. 

O anúncio foi feito durante visita do ministro ao 10º Salão do Artesanato, apoiado pelo PAB e que reuniu cerca de 1,5 mil artesãos de todo país no Parque da Cidade, em Brasília. Na ocasião, Marcos Jorge reuniu-se com os coordenadores estatuais do PAB e ouviu as reivindicações dos artesãos para impulsionar ainda mais o artesanato brasileiro.

De acordo com dados do IBGE, o Brasil tem hoje 8 milhões de artesãos. O setor movimenta perto de R$ 50 bilhões todos os anos, o que representa 3% do PIB do Brasil. “É um setor que gera milhares de oportunidades de renda e emprego e, principalmente, mantém viva a nossa cultura”, disse.

PNCE

O PNCE, coordenado pelo MDIC e apoiado por diversas instituições, oferece ao setor produtivo ferramentas de capacitação, consultoria e inteligência comercial. O foco é aumentar o número de micro, pequenas e médias empresas no comércio exterior. A articulação proposta é desenvolvida em torno do que se convencionou chamar de Trilha de Internacionalização de Empresas. Trata-se de um eixo que compreende cinco etapas – sensibilização, inteligência comercial, promoção comercial e comercialização. Ao longo dessas etapas, de maneira sequencial e coordenada, as instituições parceiras prestam auxílio às empresas, a fim de que estas possam eventualmente exportar.

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